Estudo Psicologia e tenho me interessado cada vez mais por infância e educação. Escrevo sobre o que aprendo e sobre o que vivo fora da faculdade: maternidade, amizades, trabalho e lugares por onde passo. Uma coisa acaba atravessando a outra.
Entre conversas nas telas, exclusão nos grupos e tempo para conviver fora deles, penso em como crianças e adolescentes estão aprendendo a se relacionar.
Ser mãe da Maju mudou as perguntas que faço sobre crianças. Na faculdade, comecei a olhar para infância e educação com mais curiosidade, sem fingir que tenho todas as respostas.
A maternidade não é bonita o tempo inteiro. Ela exige renúncias, muda relações e faz nascer uma versão de nós que aprende a amar e priorizar de outra forma.
Minha autogestão funciona muito bem no trabalho. Mas receber ajuda, dividir decisões e aceitar que nem tudo está no meu controle ainda são coisas que estou aprendendo.
Um restaurante italiano aconchegante, comida muito boa, preços acessíveis e um ambiente cheio de personalidade. O Ristorante Phamylia foi um daqueles lugares que conheci em Curitiba e já saí querendo voltar.
Nem todo lugar que ocupa tanto da nossa energia é um lugar onde somos insubstituíveis. Uma reflexão sobre trabalho, vínculos e onde a nossa presença realmente importa.
Desde que saí de Manaus, conheci pessoas que mudaram a forma como vejo minhas relações. Algumas ficaram, outras passaram. E ainda tem muita gente para conhecer.